EUCARISTIA, FONTE DE VIDA! NA FESTA DO SSS SACRAMENTO XXIII Domingo Comum
Data: 07/09/2019

EUCARISTIA, FONTE DE VIDA!
NA FESTA DO SSS SACRAMENTO
XXIII Domingo Comum

Neste Domingo celebramos a Festa da Eucaristia, a Festa do Santíssimo Sacramento. Nela, celebramos o mistério da Páscoa de Jesus e o mistério profundo do nosso ser
Desde os primeiros tempos, os discípulos de Jesus celebravam o encontro eucarístico com o Senhor no dia que os judeus chamavam ‘o primeiro da semana’ e os romanos ‘o dia do sol’. Depois da Páscoa, os discípulos de Jesus acostumaram-se a esperar a visita do seu divino Mestre no primeiro dia da semana; foi nesse dia que Ele ressuscitou e veio encontrar-Se com eles no Cenáculo, falando e comendo com eles e dando-lhes o Espírito Santo. Este encontro se repetiria oito dias depois, já com a presença de Tomé.
E assim, aos poucos, o primeiro dia da semana passou a ser chamado pelos cristãos ‘o dia do Senhor’, ou seja, o domingo. “A celebração dominical da Eucaristia está no centro da vida da Igreja: nós vamos à missa para encontramos o Senhor ressuscitado, ou melhor, para nos deixarmos encontrar por ele”, Vamos à finte de todo o ser.
“Ouvir a sua palavra, alimentar-nos à sua mesa e assim, nos tornarmos Igreja, o seu corpo místico vivo hoje no mundo. Por isso, o domingo é para nós um dia santo: santificado pela celebração eucarística, presença viva do Senhor para nós e entre nós. É a Missa que faz cristão o domingo”.
A HISTÓRIA DO PELICANO- UMA PARÁBOLA DA EUCARISTIA
Quando o pelicano partiu em busca de alimento, uma serpente escondida entre a folhagem começou a arrastar-se em direcção ao ninho.
Os pequenos dormiam tranquilos.
A serpente aproximou-se e, com um olhar malvado, deu início à tragédia. Uma mordidela venenosa a cada um, e os pobres pelicanozinhos passaram logo para o sono da morte.
Satisfeita, a serpente voltou para o seu esconderijo, a fim de gozar com a chegada do pelicano. De facto, passado algum tempo, ele chegou.
Ao ver aquela tragédia começou a chorar e o seu lamento era tão desesperado que todos os habitantes da floresta o escutavam comovidos. Todos menos a serpente.
O pobre pai dizia:
- Que sentido tem a minha vida sem voz? Também eu quero morrer, como vós!
E com o bico começou a ferir-se no peito, junto do coração. O sangue jorrava da ferida, banhando os pequenos feridos pela serpente.
Mas a um certo momento, o Pelicano, já moribundo, estre¬meceu de alegria. O seu sangue quente tinha devolvido a vida aos seus filhos. O seu amor tinha-os ressuscitado. Todos se reanimaram. Então, muito feliz, inclinou a cabeça e expirou.
Moral da História: amar é dar vida. Jesus é a expressão máxima dessa entrega total, celebrada na Eucaristia.

NUNCA SE ESQUEÇA DE PARTICIPAR NESTA FONTE DE VIDA E DE AMOR!


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